No coração dos parques eólicos do Rio Grande do Norte
Entre Mossoró e São Miguel do Gostoso, a paisagem mudou de forma definitiva. Conversamos com técnicos, moradores e um engenheiro que acompanha a região desde os primeiros leilões.
Energia eólica com olhar de reportagem
Edição de fim de semana · 12 jun 2026
Nesta semana, acompanhamos de perto a expansão dos parques no litoral potiguar, ouvimos pescadores em Ceará e revisamos os números que explicam por que o Brasil virou referência em eólica terrestre.
O setor eólico brasileiro passou de curiosidade regional a protagonista da matriz em menos de duas décadas. Hoje, quando falamos de energia limpa no país, é impossível ignorar as torres espalhadas pelo sertão e pelo litoral nordestino — e as histórias humanas que elas carregam consigo.
Em 2025, a capacidade instalada de energia eólica ultrapassou marcas que pareciam distantes cinco anos atrás. Investidores estrangeiros continuam de olho, mas o tom da conversa mudou: menos entusiasmo genérico, mais perguntas sobre licenciamento, impacto local e o ritmo real das obras offshore.
Nesta edição, reunimos sete leituras que atravessam o setor de ponta a ponta — da turbina no sertão potiguar ao debate sobre compensações em cidades do interior. Não é um panorama completo: ninguém consegue isso em um fim de semana. É um recorte honesto do que importa agora, escrito para quem acompanha o tema sem precisar decorar siglas.
Se você chegou aqui pela primeira vez, comece pela reportagem de Mariana Costa no Rio Grande do Norte. Se já nos lê há um tempo, vale conferir o texto de Rafael Mendes sobre eólica no mar — um tema que volta e meia aparece em manchetes, mas raramente com o detalhe que merece.
Entre Mossoró e São Miguel do Gostoso, a paisagem mudou de forma definitiva. Conversamos com técnicos, moradores e um engenheiro que acompanha a região desde os primeiros leilões.
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